Segundo a Organização Mundial de Saúde, a pedofilia é classificada como uma desordem mental da personalidade do adulto e também como um desvio sexual. Esse desvio sexual é “caracterizado pela atracção por crianças ou adolescentes sexualmente imaturos, com os quais os portadores dão vazão ao erotismo pela prática de obscenidades ou de actos libidinosos.” Existe, ainda, outra definição que, segundo a qual, esta requer uma diferença de idade no mínimo de cinco anos.Alguns especialistas acreditam que a atracção sexual por crianças é por si mesma um tipo de orientação sexual. Isto vai contra o entendimento dominante, pelo qual o termo orientação sexual é categorizado como sendo a atracção sexual por pessoas do sexo oposto, do mesmo sexo, ou por ambos os sexos.
Uma pessoa é pedófila se, regra geral, cumprir 3 requisitos :
1 – Caso, por um período no mínimo de seis meses, a pessoa possua intensa atracção sexual, fantasias sexuais ou outros comportamentos de carácter sexual por pessoas com menos de 13 anos de idade.
2 – Caso a pessoa decida realizar esses desejos.
3 – Caso a pessoa possua mais do que 16 anos de idade, e seja no mínimo cinco anos mais velha do que a criança. No entanto, este critério não se aplica a indivíduos com 12-13 anos de idade ou mais que estejam envolvidos amorosamente com um indivíduo no final da adolescência – entre os 17 e os 20 anos de idade.
Causas :
A causa ou causas da pedofilia são desconhecidas. Pensava-se que a do histórico de abuso sexual na infância era um factor de risco mas as recentes pesquisas não encontraram relação casual, uma vez que a grande maioria das crianças que sofrem de abusos não se tornam violadores em adultos, nem tão pouco a maioria dos adultos relatam terem sofrido abusos sexuais enquanto crianças e/ou adolescentes.
Tratamento:
Têm sido desenvolvidas numerosas técnicas voltadas para o tratamento da pedofilia:
1 – Na terapia cognitivo-comportamental, o pedófilo aprende a associar o “comportamento pedófilo” com diversos actos considerados não-desejáveis. Normalmente diz-se ao pedófilo para fantasiar actividades sexuais com crianças, e então, uma vez excitado, é-lhe dito para imaginar as consequências legais e sócias de tais fantasias.
2 – Na terapia de aversão é pedido ao pedófilo para fantasiar com crianças e, quando ele faz isso, são lhe arranjar palavra choques eléctricos.
3 – Há ainda a castração química por condenação judicial que tem mostrado alguns resultados.
Legislação
A pedofilia era tolerada ou ignorada em muitas legislações dos países, o que foi sendo modificado com a aprovação sucessiva de tratados internacionais, que culminaram com a aprovação, em 1998 pela ONU, da Convenção Internacional sobre os Direitos da Criança que, no seu artigo 19, expressamente obriga aos Estados a adopção de medidas que protejam a infância e adolescência do abuso, ameaça ou lesão á sua integridade sexual.No entanto, na maior parte das legislações dos países, não existe um crime intitulado “pedofilia”. As consequências do comportamento de um pedófilo é que podem ser consideradas crime.O acto sexual entre adultos e adolescentes pode não ser considerado crime de pedofilia devido á idade dos adolescentes.Em alguns países, pessoas com historial de pedofilia, podem ser proibidas através de decisões judiciais, de se encontrarem com crianças, de terem empregos que as aproximem de crianças ou, ainda, de possuírem computadores e/ou telemóveis, de usarem a internet ou mesmo de possuírem brinquedos infantis.
Os crimes mais cometidos por pedófilos são:
1 – Atentado violento ao pudor;
2 – Pornografia infantil.
Perfil de um pedófilo:
Existem três faixas etárias dos abusadores:
1 – Jovens até 18 anos de idade, que aprendem sexo com as suas vítimas;
2 – Adultos de 35 a 45 anos de idade que violam os seus filhos, os de amigos seus ou vizinhos;
3 – Pessoas com mais de 55 anos de idade que sofreram alguma perda por morte ou separação ou alguma doença que tenha afectado o sistema nervoso central;
Uma pessoa é pedófila se, regra geral, cumprir 3 requisitos :
1 – Caso, por um período no mínimo de seis meses, a pessoa possua intensa atracção sexual, fantasias sexuais ou outros comportamentos de carácter sexual por pessoas com menos de 13 anos de idade.
2 – Caso a pessoa decida realizar esses desejos.
3 – Caso a pessoa possua mais do que 16 anos de idade, e seja no mínimo cinco anos mais velha do que a criança. No entanto, este critério não se aplica a indivíduos com 12-13 anos de idade ou mais que estejam envolvidos amorosamente com um indivíduo no final da adolescência – entre os 17 e os 20 anos de idade.
Causas :
A causa ou causas da pedofilia são desconhecidas. Pensava-se que a do histórico de abuso sexual na infância era um factor de risco mas as recentes pesquisas não encontraram relação casual, uma vez que a grande maioria das crianças que sofrem de abusos não se tornam violadores em adultos, nem tão pouco a maioria dos adultos relatam terem sofrido abusos sexuais enquanto crianças e/ou adolescentes.
Tratamento:
Têm sido desenvolvidas numerosas técnicas voltadas para o tratamento da pedofilia:
1 – Na terapia cognitivo-comportamental, o pedófilo aprende a associar o “comportamento pedófilo” com diversos actos considerados não-desejáveis. Normalmente diz-se ao pedófilo para fantasiar actividades sexuais com crianças, e então, uma vez excitado, é-lhe dito para imaginar as consequências legais e sócias de tais fantasias.
2 – Na terapia de aversão é pedido ao pedófilo para fantasiar com crianças e, quando ele faz isso, são lhe arranjar palavra choques eléctricos.
3 – Há ainda a castração química por condenação judicial que tem mostrado alguns resultados.
Legislação
A pedofilia era tolerada ou ignorada em muitas legislações dos países, o que foi sendo modificado com a aprovação sucessiva de tratados internacionais, que culminaram com a aprovação, em 1998 pela ONU, da Convenção Internacional sobre os Direitos da Criança que, no seu artigo 19, expressamente obriga aos Estados a adopção de medidas que protejam a infância e adolescência do abuso, ameaça ou lesão á sua integridade sexual.No entanto, na maior parte das legislações dos países, não existe um crime intitulado “pedofilia”. As consequências do comportamento de um pedófilo é que podem ser consideradas crime.O acto sexual entre adultos e adolescentes pode não ser considerado crime de pedofilia devido á idade dos adolescentes.Em alguns países, pessoas com historial de pedofilia, podem ser proibidas através de decisões judiciais, de se encontrarem com crianças, de terem empregos que as aproximem de crianças ou, ainda, de possuírem computadores e/ou telemóveis, de usarem a internet ou mesmo de possuírem brinquedos infantis.
Os crimes mais cometidos por pedófilos são:
1 – Atentado violento ao pudor;
2 – Pornografia infantil.
Perfil de um pedófilo:
Existem três faixas etárias dos abusadores:
1 – Jovens até 18 anos de idade, que aprendem sexo com as suas vítimas;
2 – Adultos de 35 a 45 anos de idade que violam os seus filhos, os de amigos seus ou vizinhos;
3 – Pessoas com mais de 55 anos de idade que sofreram alguma perda por morte ou separação ou alguma doença que tenha afectado o sistema nervoso central;
Características:
Frequentemente, o pedófilo é:
1-Do sexo masculino e tem mais de 30 anos de idade;
2-Possui poucos amigos na faixa etária dele ou apenas um;
3-Se for casado, não tem relações sexuais com o (a) parceiro (a);
4-Descreve sempre as crianças como puras e angelicais mas, na maioria das vezes, é impróprio e exagerado;
5-Normalmente, colecciona brinquedos de criança;
6-Os pedófilos preferem, frequentemente, crianças com idades específicas;
7-Geralmente o seu quarto é decorado com motivos infantis ou com algo que atraia a criança ou adolescente que ele está tentando seduzir;
8-Quanto ao trabalho, estes procuram trabalhos que envolvam contactos diários com crianças;O pedófilo procura geralmente, crianças tímidas, pobres ou com poucos privilégios em casa.
9-Ele alicia-as com atenção, presentes, viagens para lugares desejáveis, como parques de diversões, praia, etc;
10-Os pedófilos possuem a habilidade de manipular as suas vítimas, tornando-se amigo delas.
11-Em seguida mostram-se interessados em ouvi-las sobre os seus problemas pessoais, conquistando-as. Então, atraem-nas com actividades adultas, como filmes ou imagens, oferecem álcool ou drogas, impedindo assim que as suas vítimas resistam aos ataques;
12-É comum a criança ou o adolescente desenvolver uma certa afectividade pelo seu abusador. A vítima acaba por se identificar emocionalmente com ele, muitas vezes por medo de retaliação e/ou violência. No entanto, esta afectividade ocorre sem que a vítima tenha consciência disso;
13-O pedófilo tenta ainda desenvolver uma relação íntima com os pais da criança ficando assim, mais próximo desta.
Activismo pro-pedofilia
O activismo pro-pedofilia é um pequeno movimento, que tevve o seu período mais activo entre os anos 50 e 90, e que, actualmente, é mantido através de sites na Internet. Um dos seus objectivos, de acordo com um dos seus apoiantes, Frits Bernard, é defender a pedofilia como uma orientação sexual e não como um distúrbio psicológico.infantil.
Activismo anti-pedofilia
O activismo anti-pedófilo é, por sua vez, um movimento de oposições aos pedófilos e outros fenómenos relacionados com a pedofilia, como a pornografia infantil. Muitas acções deste movimento envolvem acusações e pedófilos e a criadores de sites de pornografia infantil.
O activismo pro-pedofilia é um pequeno movimento, que tevve o seu período mais activo entre os anos 50 e 90, e que, actualmente, é mantido através de sites na Internet. Um dos seus objectivos, de acordo com um dos seus apoiantes, Frits Bernard, é defender a pedofilia como uma orientação sexual e não como um distúrbio psicológico.infantil.
Activismo anti-pedofilia
O activismo anti-pedófilo é, por sua vez, um movimento de oposições aos pedófilos e outros fenómenos relacionados com a pedofilia, como a pornografia infantil. Muitas acções deste movimento envolvem acusações e pedófilos e a criadores de sites de pornografia infantil.
Efeitos:
As consequências emocionais para a criança são bastante graves, tornando-as inseguras, deprimidas, com problemas sexuais e problemas nos relacionamentos íntimos na vida adulta.
As consequências emocionais para a criança são bastante graves, tornando-as inseguras, deprimidas, com problemas sexuais e problemas nos relacionamentos íntimos na vida adulta.










